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11/03/10

Desafios da implantação da TISS

Em 2006, a ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar) estabeleceu um padrão obrigatório para a troca de informações entre operadoras de plano privado de assistência à saúde e prestadoras de serviço de saúde. Essa norma nacional, intitulada como padrão TISS, está relacionada ao intercâmbio eletrônico de informação e, por isso, levou a mudanças significativas no setor, que teve que passar por readequações em processos internos e em seus respectivos sistemas de informação.  

Quase quatro anos depois, as melhorias obtidas pelo padrão são significativas com cerca de metade das trocas de informação realizadas entre operadoras de planos de saúde e prestadores de serviços de saúde sendo realizadas por meio eletrônico. Segundo o Radar TISS, estudo periódico realizado pela ANS, podem ser percebidos progressos no volume de transações eletrônicas e na aderência de estabelecimentos de saúde nos diferentes grupos, com destaque para os Hospitais Filantrópicos, conforme gráfico abaixo:   

 

*Fonte: Segundo Relatório da Campanha Médico Hospitalar – Radar TISS 
(http://www.ans.gov.br/portal/site/_hotsite_tiss/pdf/radar_tiss_relatorio_segunda_coleta.pdf)

No entanto, está nítido que existem ainda questões relevantes que precisam ser consideradas para que o modelo proposto pela ANS possibilite ainda mais melhorias para as instituições, como a homogeneidade das trocas de informações por meios eletrônicos pelos diferentes Estados brasileiros e a Certificação Digital do Servidor, que ainda é utilizada de forma muito incipiente pelas operadoras de planos privados de saúde, representando apenas 20%, de acordo com dados da pesquisa referentes a outubro, novembro e dezembro de 2009. 

Vale destacar também que uma parcela significativa do setor, aproximadamente 58%, ainda adota o formulário em papel para autorização. Isso ocorre por diversos motivos, entre eles a ausência de investimentos, falta de formação dos gestores, e, principalmente, pela falta de clareza ou a falta de parâmetros concretos no layout do arquivo XML a ser trocado. Segundo Antônio Marcos Mendonça, Analista de Sistemas da Wareline, empresa especializada em informática hospitalar, apesar de todo o conceito criado para a adoção do padrão ter sido muito bem arquitetado, a etapa final, que era a implementação técnica, falhou. “Em TI, todas as informações devem ser exatas e da forma como foi implementado o arquivo XML muitos campos e parâmetros ficaram ambíguos e com margem para dupla interpretação. Cada Operadora, hoje, exige do prestador um arquivo que atenda às suas próprias necessidades, fugindo do que em teoria deveria ser um padrão”, afirma Antônio Marcos. 
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