Ajuda às santas casas e hospitais filantrópicos de SP é dobrada

Ajuda às santas casas e hospitais filantrópicos de SP é dobrada

O setor filantrópico de saúde vive uma  crise e, depois das reivindicações que a categoria realizou este ano, diversas medidas têm sido tomadas para resolver a questão. A Wareline entende a apoia a causa das santas casas e hospitais filantrópicos, que representam aproximadamente 60% dos clientes que utilizam seu software hospitalar.

Como forma de auxiliar essas instituições, o governo do estado de São Paulo anunciou que a verba enviada a elas será dobrada. Veja os detalhes no texto abaixo:


O governador Geraldo Alckmin lança nesta quarta-feira (11/12) um programa de auxílio às santas casas e hospitais filantrópicos que prevê o repasse de mais do que o dobro do valor extra total enviado pela Secretaria de Estado da Saúde a essas instituições.

Para conceder o incremento, que irá beneficiar 117 entidades, a pasta irá investir R$ 535 milhões já no próximo ano. O valor destinado originalmente pelo programa Pró-Santas Casas era de aproximadamente R$ 222 milhões anuais. As santas casas respondem por metade dos atendimentos realizados pela rede pública no Estado.

“O programa dá racionalidade ao sistema. O pagamento complementar mensal começa fortalecendo a estrutura de 117 santas casas que têm vocação para fazer os atendimentos mais complexos”, destacou o governador em comunicado.

Na capital paulista, a Santa Casa de Misericórdia de São Paulo terá R$ 4,33 milhões por mês do governo do Estado. E o Hospital Santa Marcelina de Itaquera passará a receber R$ 3,42 milhões pagos pela Secretaria.

No interior, a Santa Casa de Franca terá R$ 2,31 milhões por mês do tesouro estadual. Em Limeira, a Santa Casa local receberá mensalmente R$ 1,93 milhão. Na região metropolitana da Grande São Paulo, a Santa Casa de Suzano irá receber R$ 592 mil.

Para definir os novos valores, a Secretaria classificou as santas casas em três tipos: os “hospitais estruturantes”, que são aqueles de referência em atendimentos complexos, como cirurgias cardiovasculares e torácica, hemodiálise e neurocirurgias; “hospitais estratégicos”, de médio porte, que servem como retaguarda aos estruturantes, e os “hospitais de apoio”, que são os de pequeno porte.

“Além de fortalecer as instituições filantrópicas, esse programa beneficia a população mais carente, que poderá contar com mais oferta de exames, consultas e cirurgias em cada região do Estado”, afirmou o secretário de Estado da Saúde, David Uip.

Fonte:
Saúde Web

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