
Por mais que cada hospital tenha sua própria agenda e processos internos, é natural que neste período do ano a maioria esteja envolvida com o planejamento estratégico para o segundo semestre. Muitos hospitais estão avaliando as ações já realizadas até aqui e organizando o business plan para o semestre final.
Como a preocupação com processos assistenciais é sempre protagonista, dois fatores precisam ser considerados: a experiência do paciente e o relacionamento com o corpo clínico.
Olhando para esses dois pontos, como ter um planejamento eficaz para sua instituição de saúde? De que forma a tecnologia pode contribuir com os hospitais — e é fundamental fazer parte das ações? São essas respostas que buscamos trazer nesse conteúdo. Confira!
O perfil do paciente tem passado por transformações significativas ao longo dos últimos anos. Com acesso cada vez maior à informação por meio da internet e das redes sociais, os pacientes estão mais empoderados e exigentes, desempenhando um papel mais ativo no cuidado com sua saúde.
Isso impacta diretamente no relacionamento com o corpo clínico e com as instituições de saúde. É fundamental, portanto, que os gestores hospitalares considerem esse novo perfil do paciente durante o planejamento estratégico.
A jornada do paciente se assemelha à jornada do cliente de qualquer segmento. Isso significa que ele deve ser impactado do início ao fim do seu envolvimento com a instituição de saúde.
Vale lembrar que essa jornada começa antes mesmo dele entrar na instituição, quando busca informações – seja via site ou redes sociais – e não termina apenas com a alta hospitalar. Continua com a entrega de receituário, disponibilização de exames, pesquisas de satisfação, encaminhamentos e retorno médico. Até que o ciclo recomeça.
São 2 pontos principais para considerar no planejamento estratégico:
As instituições de saúde precisam adaptar os serviços de saúde para atender às necessidades e expectativas dos pacientes. É importante desenvolver estratégias para fornecer um atendimento mais personalizado, humanizado e centrado no paciente.
Pacientes satisfeitos tendem a se tornar leais à instituição de saúde. Ao considerar o novo perfil do paciente, é possível identificar suas preferências, expectativas e demandas específicas. Isso permite que a instituição desenvolva serviços e experiências que atendam às suas necessidades, aumentando a satisfação e, consequentemente, a fidelização dos pacientes.
Garantir a melhor experiência possível ao paciente exige atenção de todos os setores de um hospital. Corpo clínico e administrativo têm que estar comprometidos com o modelo estratégico da instituição.
Mas, como a engrenagem de um hospital é uma das mais complexas que existem, é preciso contar com a tecnologia para contribuir com os pontos mais sensíveis que envolvem as pessoas.
Estamos falando da escala dos times/plantões, considerando inúmeros fatores como férias, licenças, interesses pessoais, etc., e da importância de otimizar o tempo das pessoas. Como o corpo clínico pode ter rotinas mais ágeis, ações assertivas e desenvolver uma comunicação eficiente?
Um sistema de gestão hospitalar é a solução para que os profissionais de saúde consigam se debruçar em questões mais relacionadas à assistência e, assim, oferecer a melhor experiência possível aos pacientes.
Considerando essas questões, confira 5 passos fundamentais para sua instituição de saúde montar um bom planejamento estratégico para o segundo semestre de 2023.
Antes de tudo, é importante lembrar que objetivo e meta são coisas diferentes! O objetivo é mais amplo e corresponde a propósitos maiores. As metas são pequenas etapas que visam alcançar esses objetivos.
Estabeleça metas e objetivos claros, mensuráveis e realistas para guiar o planejamento estratégico. Isso inclui considerar diferentes áreas, como qualidade do atendimento, eficiência operacional, satisfação do paciente, inovação tecnológica, desenvolvimento de talentos e sustentabilidade financeira.
Definir metas específicas ajuda a direcionar os esforços da equipe e a medir o progresso ao longo do tempo. Garanta o envolvimento de todas as partes interessadas no processo de planejamento: funcionários, médicos, pacientes e comunidade local.
Analise os recursos disponíveis, tanto financeiros quanto humanos, e identifique as capacidades existentes no hospital. Isso permitirá uma alocação eficiente de recursos e uma identificação de lacunas que precisam ser preenchidas.
Identifique os possíveis riscos e desafios que podem afetar o sucesso do planejamento estratégico. Isso inclui fatores externos, como mudanças regulatórias, bem como fatores internos, como recursos insuficientes. Desenvolva estratégias de mitigação de riscos para minimizar impactos negativos e garantir a continuidade das operações.
Com base na análise e nas metas estabelecidas, desenvolva estratégias específicas para alcançar os objetivos do hospital. Nessa lista podem constar iniciativas de expansão de serviços e de aprimoramento da experiência do paciente, investimento em tecnologia, melhoria da eficiência operacional, entre outras.
Os indicadores são peças-chave para planejar ações estratégicas, reduzir custos e melhorar o desempenho do hospital como um todo. Com eles, os gestores podem ter acessos a dados e informações precisas sobre as várias áreas da instituição.
Vale lembrar que o planejamento estratégico não deve ser estático, mas sim um processo contínuo. Os indicadores contribuem para avaliar o progresso, identificar possíveis desvios e realizar ajustes conforme necessário. Faça revisões periódicas.
O ambiente de saúde está em constante evolução, e é importante que o plano estratégico do hospital seja flexível o suficiente para se adaptar às mudanças e desafios que surgem ao longo do tempo.
A tecnologia pode simplificar e automatizar várias tarefas, como agendamento de consultas, gestão de recursos e acompanhamento de pacientes. Isso economiza tempo e recursos, tornando a operação do hospital mais eficiente. Veja como alguns módulos do sistema de gestão hospitalar da Wareline contribuem para otimizar os processos.
O Prontuário Eletrônico do Paciente (PEP) WEB é um grande aliado para a administração hospitalar. A informatização dos prontuários traz diversos benefícios ao corpo clínico e pacientes. Confira alguns deles:
O módulo Glosas, do conecte/w, organiza as demandas de faturamento, além de possibilitar a análise e o gerenciamento dos pagamentos de convênios. Com ele, o gestor pode organizar e acompanhar as negociações com as operadores de saúde.
Essa automatização no sistema de gestão hospitalar reduz drasticamente processos manuais, evita erros e torna mais fluida a relação entre hospitais e operadoras de saúde.
Os indicadores hospitalares são recursos estratégicos para ter uma visão macro de cada setor hospitalar. Com esse mapeamento, contribuem para tomadas de decisão e resolução rápida de problemas.
Por meio dos indicadores, é possível solucionar pelo menos 4 desafios que os gestores da saúde enfrentam em sua rotina. São eles:
Se você tem enfrentado alguns desses desafios no seu hospital, recomendamos olhar com mais atenção para as métricas, antecipar possíveis problemas e criar soluções que possam ajudar o corpo clínico e melhorar a experiência dos pacientes.
Esses são apenas três exemplos de como um sistema de gestão hospitalar como o conecte/w, da Wareline, deve fazer parte do planejamento estratégico da sua instituição! Ele ajuda a integrar e centralizar todos os dados e informações relevantes da instituição e ajuda a gerenciar recursos.
Possibilita automatizar muitos processos, controlar estoque, acompanhar resultados de exames, etc. A Wareline atende cada hospital de maneira customizada para ampliar a segurança e a qualidade dos atendimentos, bem como a produtividade das equipes. Veja como podemos ajudar, fale conosco!