
Infecções hospitalares representam um grave problema sanitário no Brasil — e no mundo. Segundo a Associação Médica Brasileira, mais de 45 mil brasileiros morrem anualmente devido a infecções hospitalares. A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que esse número possa chegar a até 100 mil por ano.
Por isso, é essencial que as instituições de saúde reconheçam a gravidade da questão e adotem medidas proativas para controlar e combater as infecções. Um exemplo inspirador é o caso do Hospital da SIAS, de Fátima do Sul (MS), que mantém área dedicada especificamente ao controle de infecções.
É uma abordagem que demonstra compromisso com a segurança do paciente e com a qualidade dos cuidados de saúde prestados. Conversamos com a Rosangela Moura Rodrigues, coordenadora da CCIH (Comissão de Controle de Infecção Hospitalar), que há cinco anos atua nas atividades de prevenção, monitoramento e controle das infecções hospitalares e segurança do paciente.
Ter uma área e profissionais especializados no controle de infecções ajuda a mapear — e executar! — ações necessárias para identificar precocemente as infecções hospitalares e eventos adversos que possam prejudicar a saúde do paciente.
No hospital de Fátima do Sul, o setor é responsável por estabelecer medidas preventivas que garantem a qualidade da assistência prestada e também o bem-estar ao paciente, envolvendo todos os profissionais no processo.

São ações que trazem benefícios tangíveis para a instituição hospitalar como um todo. Entre eles:
Garantir a adesão consistente aos protocolos de higiene e o controle de infecção é um desafio para as instituições de saúde. Afinal, estamos falando de um ambiente em que há aumento da exposição dos pacientes a microrganismos patogênicos, fluxo constante de pacientes entre diferentes áreas e ainda a questão da resistência microbiana.
Nesse contexto, a tecnologia emerge como uma aliada importante. Pode contribuir tanto na limpeza e desinfecção de áreas hospitalares, reduzindo o risco de contaminação, quanto para simplificar o monitoramento e a vigilância de infecções por meio da coleta, armazenamento e análise de dados.
Com soluções em TI que impactam a segurança dos pacientes e a eficiência dos cuidados de saúde, a Wareline está comprometida em apoiar os hospitais neste importante desafio. Exemplo disso são o módulo CCIH, o aplicativo Higiene e Limpeza e o controle de antimicrobianos, que auxiliam na gestão e prevenção de infecções hospitalares.
Integrado a outras soluções do conecte/w, o sistema de gestão hospitalar da Wareline, o módulo de apoio à Comissão de Controle de Infecção Hospitalar (CCIH) traz, em relatórios, as taxas de infecção e outros indicadores apurados. De forma rápida e simples, os profissionais da área conseguem ter acesso aos dados dos pacientes necessários para analisar principais infecções, exames e resultados.
O módulo traz informações de extrema relevância sobre dispositivos invasivos, medicamentos e anotações dos profissionais que realizam atendimento. Isso possibilita à equipe de controle de infecção hospitalar caracterizar surtos e implementar medidas de controle.
Ao facilitar a organização e distribuição das tarefas dos profissionais de limpeza por meio de um smartphone, o aplicativo ajuda a manter as instalações hospitalares devidamente higienizadas e livres de agentes patogênicos. A programação detalhada de datas e horários permite que a equipe de limpeza planeje suas atividades de forma eficiente, priorizando áreas críticas e garantindo uma cobertura completa.
Além disso, a funcionalidade de tarefas eventuais possibilita a rápida resposta a situações de emergência, como a necessidade de limpeza urgente em áreas onde ocorreu um incidente ou onde há suspeita de contaminação. Isso ajuda a minimizar o risco de propagação de infecções dentro do ambiente hospitalar.
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Integrado ao Prontuário Eletrônico do Paciente (PEP), o controle de antimicrobianos captura e monitora informações relacionadas ao uso de antibióticos: nome comercial, princípio ativo, objetivo profilático e terapêutico, dosagem, período de administração, entre outros.
Esses dados podem ser acessados e acompanhados por outros profissionais de saúde, o que evita redundâncias na prescrição e melhora a segurança do paciente. Ao mesmo tempo, fornece informações valiosas para a assistência.
No Dia Nacional do Controle de Infecções, comemorado em 15 de maio, destacamos a importância de práticas que contribuem para o controle das infecções em ambientes de saúde. Além disso, parabenizamos os profissionais da área, como a Rosangela, e nos comprometemos em oferecer soluções que ajudam a promover um ambiente hospitalar mais seguro e saudável para toda a comunidade.
É o que fazemos no Hospital da SIAS, de Fátima do Sul (MS), e em tantos outros que contam com a tecnologia da Wareline. Se você quer controlar as taxas de incidência e prevalência das infecções, fale com a Wareline!