
A evolução da ciência e da tecnologia foram as grandes responsáveis pelo patamar que atingiu a expectativa de vida do ser humano. Atualmente, o brasileiro vive em média 74 anos, de acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Ainda segundo o órgão, em 1980 a perspectiva era de que um indivíduo nascido no país vivesse apenas 62 anos. Esse ganho de 12 anos é resultado do desenvolvimento da tecnologia, das descobertas da ciência e de uma preocupação maior das pessoas com sua saúde.
No campo da tecnologia, porém, as possibilidades de seu uso aplicado à saúde aumentam a cada dia. O advento dos sistemas de gestão hospitalar foi um salto para garantir mais agilidade, segurança e confidencialidade aos processos dentro das instituições hospitalares, mas foi apenas o início. Hoje, é a telessaúde que abre caminhos para uma nova maneira de realizar atendimentos, acompanhamentos e suporte ao paciente.
A telessaúde é definida como o uso das tecnologias de informação e comunicação para a transferência de dados e serviços clínicos, administrativos e educacionais em saúde. Sua principal função é promover as práticas em saúde à distância por meio de computadores e outros dispositivos eletrônicos que possibilitem uma ampla cobertura. A atividade médica desenvolvida pelos meios da telessaúde é chamada de telemedicina. A disseminação das tecnologias e da metodologia de trabalho que ela proporciona pode representar um grande avanço para a gestão hospitalar.
Hoje em dia, a telemedicina é utilizada nas instituições de saúde para a troca de conhecimento médico e discussão de casos específicos. Basicamente, as unidades de saúde utilizam a tecnologia para construir conhecimento ou solicitar uma segunda opinião a respeito de um caso médico controverso.
