Desafios do Prontuário Eletrônico no SUS e benefícios para a Saúde

Desafios do Prontuário Eletrônico no SUS e benefícios para a Saúde

Terminou em dezembro do ano passado o prazo para que os municípios brasileiros implementassem o prontuário eletrônico em suas Unidades Básicas de Saúde (UBS). Porém, segundo o Governo Federal, 65% dos municípios brasileiros não conseguiram colocar isso em prática. O problema é que o Ministério da Saúde prometeu bloquear o repasse de recursos para esses municípios até que eles se adequem à proposta. A justificativa é que o controle das verbas destinadas à Saúde Pública por meio do Estado fica prejudicado sem a implantação desse sistema, que com a medida obrigatória tem a intenção de melhorar o atendimento a população, garantindo acesso em tempo real a informações de atendimentos e intervenções do paciente.

A implantação do Prontuário Eletrônico do Cidadão (PEC), exigido pelo programa E-SUS, que busca a humanização do atendimento médico,permite que todos os serviços de saúde dos municípios possam acompanhar o histórico, os dados e o resultado de exames dos pacientes. Com ele também é possível verificar, em tempo real, a disponibilidade de medicamentos em farmácias e registrar visitas de agentes de saúde.

 

Instituições que já têm prontuário eletrônico

 

No caso dos hospitais e instituições públicas de saúde que já têm em seu sistema de gestão hospitalar o Prontuário Eletrônico do Paciente (PEP), meio caminho já está andado, pois não será necessária a migração para o sistema de gestão hospitalar do SUS, já que é possível integrar o layout do sistema existente com o exigido pelo Ministério da Saúde. A Wareline tem a expertise para realizar essa integração e deixar o sistema híbrido,atendendo todas as necessidades dos hospitais e órgãos fiscalizadores.

A informatização dos prontuários é um avanço importantíssimo e tem inúmeros benefícios: centraliza as informações dos pacientes e garante mais segurança de dados;economiza espaço de armazenamento físico e evita perda e desperdício de papéis; evita falhas em relação à prescrição e administração de medicamentos; agiliza o atendimento e facilita o diagnóstico. Trazendo também benefícios para funcionários, médicos, pacientes e fornecedores, garantindo ao ciclo de atendimento mais credibilidade e menos risco de erro em toda a cadeia hospitalar e auxiliando inclusive na gestão e administração dos hospitais.

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